sábado, 5 de fevereiro de 2011

Visitem o Blog da Alê

Oi pessoal! Estive passeando pelo blog da Alê, mãe da Maria Clara, e é show de bola. Vale a pena conferir!Quem sabe vcs não fazem muitas encomendas para os pequenos. Eu fiquei animada...
http://mariafloratelier.blogspot.com
Um beijo, Simone

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

"A Tia Hory, é coisa nossa..."



Nossa Hory vai voar alto...
Ela passou no concurso e infelizmente não foi possível ficar conosco.
Nós temos a certeza de que esta escola para onde ela vai é muito sortuda, pois vai ter uma super professora!
Nós vamos morrer de saudades, mas ficamos aqui, torcendo para que ela seja muito feliz e esperando que nos visite com frequencia ( pelo menos no blog, né Tia Hory. rsrsrsrs).

Nós te amamos Tia Hory! Você é e sempre será de Primeiro Mundo!

Afinal 2011!

O ano começa e fazendo um balanço vi que em 2010 eu aprendi muito. Por isso resolvi compartilhar com vocês este texto de Charles Chaplin. Feliz 2011!

“Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá à mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.
Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.
Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.
Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder isso o resto da vida.
Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.
Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.
Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.
Aprendi que perdoar exige muita prática.
Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.
Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.
Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.
Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
Eu aprendi que meu melhor amigo vai machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso.
Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.
Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.
Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto. Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver.
Que quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.
Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.
Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.
Aprendi também que, diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.
Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido quando usadas sem critério.
E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.
Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.
Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas que acredito.”

Com um abraço, Simone

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

E o ano acabou!

É pessoal, o ano acabou! Sei que abandonei o nosso blog, mas não foi a intenção... Espero no próximo ano estar mais poerto de vocês e fazendo trocas riquíssimas. Beijos e Feliz 2011!
Tia Simone

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Receita da Tia Yara


Bolo de batata com soja
Hidrate a proteína de soja e prepare-a bem refogadinha como se fosse carne moída, reserve. Prepare um purê de batatas com leite e margarina. Coloque metade do purê no refratário, coloque a proteína de soja e cubra com a outra metade. Leve ao forno para gratinar. Uma delícia!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Ensinar sim, pressionar não!

Olá queridas, achei este texto muito interessante. Quantas vezes não nos pegamos cobrando muitas coisas dos nossos pequenos e alimentando sentimentos como ansiedade, medo, insegurança... Palavras que não combinam com infância, descoberta e aprendizado. Vamos ensinar com mais leveza. Vamos reaprender com eles a viver brincando!
Um beijo, Simone

“Aprender sem pressão”
Marcelo Tas
Qual a coisa mais difícil que você já teve de aprender: raiz quadrada, andar de bicicleta, nadar, escrever ou esperar a sua vez de falar? Aprender é difícil. Ou, parece difícil. A gente nasce sem noção, nome ou idioma. Gastamos, em média, os primeiros 25 anos de vida para aprender uma profissão. Por outro lado, poucas horas depois do parto, sem aula de comunicação ou semiótica, já aprendemos que o choro é o atalho mais eficiente até o peito da mãe para matar a fome.
Pensando bem, aprender, pelo menos no início da vida, parece fácil. Observe o número de coisas que a gente aprende entre 0 e 3 anos de idade: sugar, andar, falar uma língua, comer sozinho, desenhar, cantar, se defender da mordida dos amiguinhos do jardim de infância... Isso, é claro, para não entrar nos casos, cada vez mais freqüentes, de pirralhos que jogam games e escolhem seus vídeos preferidos no You Tube.
Navego por estes pensamentos numa pracinha de São Paulo. Estou impactado pela evolução da performace dos meus filhos menores no balanço. Há mais de um ano me aplico com afinco na tarefa de ensiná-los a ganhar impulso no brinquedo sem precisar de eu ficar empurrando. Agora, justamente depois de um período longe da minha supervisão, sou surpreendido pela desenvoltura com que ambos aprenderam a ganhar velocidade, suingue e controle do aparelho com uma facilidade inexistente anteriormente sob meu treinamento. Eles percebem meu ar reflexivo:
- Pai, quer ver como a gente vai alto?, diz Clarice
- É só esticar as pernas quando vai para frente. E recolher quando vai para trás. É fácil, emenda Miguel.
- Quem ensinou?, pergunto enciumado
- O Caio! Diz Miguel com entusiasmo, revelando gratidão com o amigo de classe.
Fico diante da cena com um sentimento duplo. Feliz por vê-los brincando leves no ziguezague simples.
E, confesso, um pouco frustrado com o fato de que, após mais de um ano de tentativas de treiná-los exatamente com a mesma técnica, eles só tenham tido o “clique” do aprendizado com outro professor, o Caio.
Faço um retrospecto de quantas vezes já tentei ensinar alguém a fazer algo que me parecia fácil, usando toda a minha energia, sem sucesso. Olho os dois trapezistas no balanço – Clarisse se dá ao luxo de fechar os olhos por um longo tempo para experimentar a sensação de “estar voando”, segundo palavras dela – e imagino como deve ter sido divertida e eficiente a “aula” do professor Caio. Três almas livres, despreocupadas, brincando e aprendendo juntas os segredos da Física e da arte de pendular o balanço, sem pressão por resultados, sem a responsabilidade de agradar ou preencher uma expectativa dos pais. Aos poucos, minha frustração foi se transformando num suave contentamento.
O drama de educar os seres humanos vem de longe. Tudo começou há milhares de anos, desde que deixamos de ser macacos, ou em 1770. A frase é do educador alemão Dieter Lenzen, se referindo ao ano da criação da primeira faculdade de Pedagogia da era moderna, em Halle, Alemanha. A palavra pedagogia tem origem no grego:paidós – criança, agogé – condução. Direção ou condução de crianças. Naquela tarde na pracinha, eu aprendi uma Pedagogia muito especial: a do aprender brincando.

domingo, 27 de junho de 2010

Delícias da Tia Yara



Atenção queridas mães, vou contar aqui todos os segredos da comida da Tia Yara. Afinal, nossos pequenos adoram e comem que é uma beleza (até o que nós não imaginamos...)
A primeira receita é bem simples: Salada de couve flor com cenoura.
Cozinhe a couve flor e a cenoura (já ralada). Corte a couve flor bem pequenininha, de preferências para as florzinhas, não coloque talos. Misture em uma travessa e tempere com um pouco de cebola raladinha e azeite. Além de linda, ficou uma delícia!
Beijos, Simone